terça-feira, 31 de maio de 2011

Cego Pelo Projeto Pessoal

Juízes 11.30-39



Nunca percebi a história de Jefté por esse prisma, leia e veja que interessante;


Jefté era um homem de Deus. Ele tinha o Espírito de Deus em sua vida, mas teve um comportamento muito absurdo. Ele fez um voto ao Senhor que comprometeu o futuro de sua filha. Deus não interferiu, Ele se calou. É possível alguém que está cheio de Deus se envolver numa loucura. Jefté teve uma vida complicada. Era um filho de um relacionamento ilícito de seu pai com uma prostituta. Jefté era um filho bastardo. O seu pai assume Jefté e o cria junto com seus outros filhos legítimos de sua esposa. Mas quando eles crescem, Jefté é expulso de casa. Na verdade, ele foge da presença de seus irmãos e vai morar com homens levianos. Homens de rua. Era uma gangue. O tempo passou e quando os inimigos vieram contra Israel, os anciãos lembraram de Jefté, e convocaram para ajuda-los. Jefté aceitaria somente com a condição de lidera-los. De ser chefe deles. Eles aceitaram. Então Jefté faz o voto ao Senhor:
“Se, com efeito, me entregares os filhos de Amom nas minhas mãos, quem primeiro da porta da minha casa me sair ao encontro, voltando eu vitorioso dos filhos de Amom, esse será do Senhor, e eu o oferecerei em holocausto.”
O que levou Jefté a fazer um voto tão doido como este? Com certeza ele estava ciente de que a única pessoa que sairia de sua casa seria sua filha. E foi isto que aconteceu. A sua filha que sai de casa ao seu encontro para o recepciona-lo. Talvez esta menina não tivesse mãe, porque Jefté estava imitando a atitude de seu pai quando sai com uma prostituta e traz para a casa o fruto daquele relacionamento. O fato é que a filha de Jefté não aparece ao lado de sua mãe, nem tampouco ela a consolando. Mas o que levou Jefté a ter esta atitude insana? Foi a cegueira do seu projeto pessoal. Seu projeto pessoal era apagar seu passado diante daqueles anciãos. Os liderando e os levando à vitória seria uma forma de demonstrar seu valor para aqueles homens. Era a forma de dar o troco por ter sido um dia expulso de casa.
Tem gente que obcecado por um projeto pessoal, está destruindo a sua família. Tem gente tentando revisar o seu passado e se vingar de pessoas, chorando mágoas passadas e todo o seu comportamento no presente é em razão de mostrar seu passado.
Jefté deveria gastar o resto da sua vida pensando em sua filha, como educa-la e cria-la. Nela estava a esperança de casar com um homem de bem, gerar filhos e encher a casa de netos. Mas a sua obsessão pelo seu projeto pessoal, não permitiu que nem chorasse com a sua filha. O v.39 diz:

“Ao fim dos dois meses, tornou ela para seu pai, o qual lhe fez segundo o voto por ele proferido; assim, ela jamais foi possuída por varão.” Juízes 11.39

Esta menina voltou para o pai porque era obediente e submissa. Era uma boa menina. Ela foi condenada a viver só e virgem o resto de sua vida. Ela recebeu uma castidade para o resto de sua vida. Talvez neste tempo surgiu a primeira burca na história da humanidade, pois ela deveria esconder a sua beleza para que não fosse cobiçada por nenhum homem. Ela abdicou forçadamente da beleza da mulher. Tudo isto por causa de um projeto egoísta de seu pai.
Será que não estamos construindo projetos egoístas que destroem a família como o de Jefté? Quando você decide mudar de Igreja e ignora a opinião da esposa e dos filhos, impondo a eles esta mudança, você está agindo como Jefté. Ele queria vencer a guerra e ser reconhecido pelos anciãos.
A filha dela foi o preço de sua vitória. Ele se auto-condenou também, porque não teria netos. Pessoas querem vingar o seu passado, quando Deus está sinalizando um novo tempo na história. Deus iria glorifica-lo, não precisava ele fazer o que fez.
Que tipo de projetos estamos fazendo? O texto diz que aquela menina saiu chorando a sua virgindade pelos montes, juntamente com as suas companheiras, e Jefté não a acompanhou. Você tem chorado com seus filhos? As crises deles? As dúvidas e anseios? Qual é o tamanho do seu projeto? Ele pode te entorpecer. Jefté ainda coloca a culpa nos ombros da filha, pois quando ele vai chegando em casa depois da vitória, ela sai feliz para celebrar, e então ele diz: “Ah! Filha minha, tu me prostras por completo; tu passaste a ser a causa da minha calamidade,...”


Que tipo de pai você é?
Tem pai que ama, tem pai que esquece do amor; tem pai que adota, tem pai que abandona; tem pai que não sabe que é pai, tem filho que não sabe do pai; tem pai queda amor, tem pai que dá presente; tem pai por acaso, tem pai que se preocupa com os problemas do filho, tem pai que não se preocupa com os problemas do filho; tem pai que ensina, tem pai que não tem tempo; tem pai que sofre com o sofrimento do filho; tem pai que deixa o filho esquecido; tem pai de todo jeito; tem pai que encaminha o filho, tem pai que o deixa no caminho; tem pai que assume, tem pai que rejeita; tem pai que acaricia, tem pai que não sabe que o filho precisa de carinho; tem pai que afaga; tem pai que só pensa em negócios.
Talvez tenhamos algo lá do passado que precisamos tratar. Em 2 Co 5.17 diz:

“E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas.” 2 Co 5.17

Que você consiga reparar e trazer uma nova vida aos seus pais. Que os nossos projetos jamais venham cobrir a minha família. Viva a plenitude do que Deus lhe deu, não se martirize por causa do seu passado. Jefté curtiu seu projeto pessoal, mas jogou fora a sua filha. Ele estava sendo ovacionado na rua, mas dentro de casa a sua filha estava entristecida.

Autor: Pastor Jaime Soares

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Ele está perto!




“... e lhe chamarão Emanuel, que significa ‘Deus conosco’”.
(Mateus 1:23b)

Um domingo, voltando para casa depois da igreja, um garoto de quatro anos perguntou à mãe: “Como Deus é?”. Ela, surpresa com as indagações teológicas do filho, respondeu o melhor que pôde. “Não podemos ver Deus, mas, mesmo desconhecendo como ele é, ainda assim sabemos que ele existe”. Não satisfeito, o garoto perguntou: “Mas ele tem rosto?”.

Embora Deus seja a autoridade absoluta e o Criador Todo-poderoso do universo, ele não está escondido na sala do trono, fora do alcance dos seus súditos, como algumas autoridades deste mundo. Por causa do seu imenso amor, ele desceu do céu e viveu entre nós para que soubéssemos como ele é. Na verdade, Deus tem um rosto; o rosto de Deus é Jesus Cristo. O retrato mais nítido da personalidade de Deus é Jesus Cristo, o homem divino. Podemos saber como Deus é simplesmente conhecendo o Senhor Jesus Cristo. A melhor maneira de fazer isso é ler sobre ele nos Evangelhos, que contam sobre sua vida na terra. Temos a oportunidade maravilhosa de conhecer Deus através de Jesus Cristo. Não podemos mais ignorar como Deus é, porque na verdade ele está perto de nós.

(Fonte: Bíblia A Rocha, página 960)



sábado, 28 de maio de 2011

Seja a melhor versão de si mesmo




"Por isso, não desanimamos; pelo contrário, mesmo que o nosso homem exterior se corrompa, contudo, o nosso homem interior se renova de dia em dia." II Coríntios 4:16


O que define você não é a roupa que você veste, nem o carro que você dirige. Não é a cor da sua pele, ou o lugar geográfico onde nasceu. Você não é definido pela carga genética herdada pelos seus pais. Pesquisas mostram que suas escolhas são mais importantes do que as suas inclinações genéticas.


O ser transcende a solidão e nada nos deixa tão solitários quanto nossos segredos. O ser transcende o título, pois o que define você não é o título que carrega. Não é o seu nome que dá significado a você, mas é você quem dá significado ao seu nome. O que define você não é sua herança ou tradição religiosa. Como dizia J.C.Ryle: “Nada endurece tanto o coração do homem quanto uma familiaridade estéril com as coisas sagradas”. É preciso saber quem você é, para onde vai, qual a sua bagagem e com quem irá. É preciso olhar para dentro. Um olhar interior, pois nós usamos máscaras de acordo com o momento.


As máscaras só servem para convencer aos outros de algo que não somos. Existem muitos tipos de máscaras. Máscaras de poder, de superioridade, de vítimas. Os que se fazem superiores, na verdade se sentem inferiores, pois a arrogância é o outro lado da vara da insegurança. Há quem tente provar que é importante porque se sente carente de valor próprio.


As vítimas nunca sorriem, sofrem por tudo e por todos. São pessoas que você nunca será capaz de superá-los em termos de fatalidades. Elas sempre têm uma história pior para contar e vivem fazendo publicidade da sua dor. Há quem se esconda atrás de bens, diplomas, educação ou hobbies. Mas, o ser transcende a aparência. Lembre-se: a meia noite toca os sinos e a carruagem se transforma em abóbora. Talvez haja muito ar viciado ao seu redor. Como você se descreve? Através das lentes de quem você está se vendo? Seu maior desafio na vida é se tornar a melhor versão de você mesmo.


"Irmãos, quanto a mim, não julgo havê-lo alcançado; mas uma coisa faço:
esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão." 
Filipenses 3:13


Fonte:
Extraído do livro "Promessas Nossas de Cada Dia" do pastor JB Carvalho.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

A Mulher Rabugenta


Mulheres, principalmente, são as que mais têm as características de serem rabugentas, briguentas, reclamadoras. Salomão, o homem considerado mais sábio dos seus tempos, fala na Bíblia Sagrada, no livro de Provérbios 21:9 que é melhor viver num canto sob o telhado do que repartir a casa com uma mulher briguenta, e no versículo 19 ele reafirma que é melhor viver no deserto do que com uma mulher briguenta e amargurada.” E ele teve 1.000 das melhores mulheres, segundo os registros da Bíblia Sagrada, então devemos assumir que ele sabia do que estava falando.


Contudo, o que é mesmo a mulher rabugenta, briguenta? Vejamos algumas de suas características:


O que a mulher rabugenta quer alcançar através dos resmungos e repetição de cobranças e reclamações? Seus objetivos. Umas querem conseguir isto através da repetição, outras através da indução, outras sob a máscara de preocupação com o bem estar do outro; outras usam de comparação do parceiro com outros, e outras reclamam antecipadamente sempre trazendo à tona eventos passados.


A tendência do homem é se colocar na defensiva, se fechar mais ainda em sua caverna ou ignorar as inúmeras reclamações diárias da mulher ao seu lado, fechando a possibilidade de diálogo entre o casal. Quando se sente solitária e isolada em suas reclamações, a rabugenta se irrita e torna-se ressentida e infeliz.


Um casamento com uma mulher que somente sabe cobrar do marido e sem a menor sabedoria e tato, torna-se estressado afastando cada vez o marido de sua casa. Ele não sente mais vontade de voltar para casa cedo e começa a sair com os amigos para jantar, trabalhar até mais tarde, esconde-se atrás do jornal, da internet, do cuidado com os filhos, até que os dois olhem um para o outro e vejam que se tornaram dois estranhos.


A censura constante faz com que o parceiro tenha uma baixa auto estima e se sinta completamente inadequado, retirando dele até mesmo a libido e o desejo sexual. Quem sente vontade de ter relações com sua mãe? Sim, pois somente as mães vivem disciplinando seus filhos e exigindo deles obrigações domésticas. 


O grande problema é que as mulheres se casam tendo sido preparadas para ser mãe, dona de casa e assumem o marido como seus filhos. Na empresa o marido sabe administrar, instruir, resolver problemas, por que então somente em casa se sente tão inferior e inadequado? Soube se vestir até os 25 anos de idade, por que então após se casar não sabe mais que cor de camisa combina com a calça?


As mulheres precisam entender que se casaram com homens que já cuidavam de si e que ela agora vai cuidar de seus filhos, mandar nos seus filhos, instruir os seus filhos, não seus maridos. Eles não fazem parte da sua prole. Ele, juntamente com ela, administrará o lar, disciplinará as crianças, proverá para seu lar, e em consenso e comum acordo farão com que seu lar seja harmonioso e feliz.


Muitas vezes as mulheres reclamam demais por se sentirem insatisfeitas e sem realização dentro de casa. Não seria o caso de saber qual sua vocação profissional, ou o que a satisfaria para buscar uma melhor realização e ver seu marido não como um competidor e sim um aliado e companheiro?


Allan Pease afirma: “as deusas do sexo não reclamam das roupas largadas pela casa – elas deixam as próprias roupas espalhadas pelo chão.”
Quando a mulher está satisfeita profissional, emocional e sexualmente, ela não se incomoda por qualquer coisa dentro de casa, pois quer que seu marido se sinta à vontade em sua própria casa.
Contudo, para haver uma mudança na atitude, tanto o que é vítima da rabugice, como a que aflige a todos com suas brigas e reclamações, precisam assumir a responsabilidade pela mudança. Primeiramente o que recebe as reclamações precisaria atentar que a reclamação constante pode ser um pedido de socorro. 


Pergunte-se:
Você está ouvindo a outra pessoa?
Você entende a frustração da outra pessoa?
Você exibe superioridade, fazendo-a sentir-se desvalorizada?
Você reconhece as realizações da outra pessoa?
Você se recusa a dividir o trabalho doméstico porque acha que quem traz o dinheiro merece ficar em casa sem fazer nada?
Você é preguiçoso e imprestável?
Existe alguma raiva profunda que alimenta a sua má-vontade de entender os problemas do outro?
Você quer ser feliz? Então sente com a outra pessoa e veja como seus problemas poderiam ser resolvidos, sem mostrar que a culpa da discórdia é totalmente dela. Assuma sua parte e veja quais passos está disposto a tomar para resolver este problema.


Se você é a rabugenta, pergunte-se:
Você já parou para pensar que talvez a pessoa não esteja em condições de fazer o que você está exigindo dela?
Você não estará agindo como mãe de seu marido, e uma mãe autoritária?
Você não estará repetindo muito o tempo todo suas exigências?


Se sua resposta a qualquer uma dessas perguntas é sim:
· sente-se com o seu marido e se comunique com ele usando o “Eu” em vez de “Você”.
· Tenha a coragem de dizer como você se sente, o que lhe está frustrando.
· Veja o melhor horário para pedir alguma coisa.
· Pare de se repetir.
· Diga quais suas necessidades e sentimentos e ouça atentamente a resposta de seu marido. Deixe-o terminar as frases antes de respondê-las.
· Procure saber a opinião dele. Talvez ele tenha uma idéia melhor do que a sua.


Reclamar pode se tornar um estilo de vida, um meio de se comunicar com as pessoas com quem deveria sentir alegria, calor e apoio.


Se você parar de ser exigente com você mesma, deixará de ser exigente com os outros, sabendo que somos imperfeitos, seres humanos ainda em construção. Dê espaço para os outros crescerem, e só se cresce tentando, arriscando, errando, consertando e tentando de novo. Pense nisso!


Por Silvia Geruza
A psicóloga Silvia Geruza é especialista (pós graduada) em Terapia Familiar e de Casal, mestra em Teologia, diretora administrativa e professora do Instituto Cristão de Estudos Contemporâneos nas áreas de Liderança e Família. É casada com Ricardo Gondim, e mãe de três filhos.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Suporte Técnico




A cliente liga para o suporte técnico da empresa fabricante de um "novo”software a fim de obter informações:

Cliente: Alô, é do Setor de "Atendimento ao Cliente"?

Atendente: Sim. Boa tarde senhora. Em que lhe posso ser útil?

Cliente: Comprei o seu programa AMOR, mas até agora não consegui instalar. Eu não sou técnica no assunto, mas acho que posso instalar com a sua ajuda. O que eu devo fazer primeiro?

Atendente: O primeiro passo é abrir o seu CORAÇÃO. A senhora encontrou seu CORAÇÃO?

Cliente: Sim, encontrei. Mas há diversos programas funcionando agora. Tem algum problema em instalar o AMOR enquanto outros programas estão funcionando?

Atendente: Que programas estão funcionando, senhora?

Cliente: Deixe-me ver... Eu tenho BAIXAESTIMA.EXE, RESSENTIMENTO.COM, ÓDIO.EXE,RANCOR.EXE e EGOÍSMO.EXE funcionando agora.

Atendente: Nenhum problema. O AMOR apagará automaticamente RANCOR.EXE de seu sistema operacional atual. Pode ficar em sua memória permanente, mas não vai causar problemas por muito tempo para outros programas. O AMOR vai reescrever BAIXAESTIMA.EXE em uma versão melhor, chamada AUTOESTIMA.EXE. Entretanto, a senhora tem que desligar completamente o ÓDIO.EXE, EGOÍSMO.EXE e RESSENTIMENTO.COM. Esses programas impedem que o AMOR seja instalado corretamente. A senhora pode desligá-los?

Cliente: Eu não sei como desligá-los. Você pode me dizer como?

Atendente: Com prazer! Vá ao Menu e clique em PERDÃO.EXE. Faça isso quantas vezes forem necessárias, até o ÓDIO.EXE e RESSENTIMENTO.COM serem apagados completamente. A seguir clique em AMPLIAR VISÃO.COM quantas vezes necessário for para que enxergue as necessidades alheias.

Cliente: Ainda tenho um pequeno probleminha, uma mensagem dizendo, SISTEMA INOPERANTE, FALTA DE LIBERDADE.EXE

Atendente: Este é um probleminha um pouco mais complexo, mas podemos resolvê-lo. Clique repetidas vezes em AVALIAÇAO.COM.

Cliente: Apareceu uma mensagem dizendo, diferencie: FALTA DE LIBERDADE.EXE, PREOCUPAÇÃO E CARINHO.COM ou seus valores podem estar CONFUSOS.EXE.

Atendente: Somente a senhora poderá saber avaliar.

Cliente: Vou optar por seus valores podem estar CONFUSOS.EXE


Pausa

Atendente: Senhora, pode dizer se está tudo ok??

Cliente: Ok! Terminei! O AMOR começou a instalar-se automaticamente.Isso é normal?

Atendente: Sim, é normal. A senhora deverá receber uma mensagem dizendo que reinstalará a Vida de seu coração. A senhora já tem essa mensagem?

Cliente: Sim, eu tenho. Está completamente instalado?

Atendente: Sim. Mas lembre-se: a senhora só tem o programa de modelo básico. Precisará começar a se conectar com outros CORAÇÕES a fim de obter melhoramentos.

Cliente: Oh! Meu Deus! Eu já tenho uma mensagem de erro. Que devo fazer?

Atendente: O que diz a mensagem?

Cliente: Diz: "ERRO 412 - O PROGRAMA NÃO FUNCIONA EM COMPONENTES INTERNOS". O que isso significa?

Atendente: Não se preocupe, senhor. Este é um problema comum. Significa que o programa do AMOR está ajustado para funcionar em CORAÇÕES externos, mas ainda não está funcionando em seu CORAÇÃO. É uma daquelas complicadas coisas de programação, mas em termos não-técnicos, significa que a senhora tem que "AMAR", sempre é tempo de aprender...

Cliente: Então, o que devo fazer?

Atendente: A senhora pode achar o diretório chamado "AUTO-ACEITAÇÃO"?

Cliente: Sim, encontrei.

Atendente: Excelente! A senhora está ficando ótima nisso!

Cliente: Obrigada!

Atendente: De nada. Faça o seguinte: clique nos arquivos BONDADE.DOC, CARINHO.TXT,ATENÇÃO.TXT, PERDÃO.DOC e copie-os para o diretório "MEU CORAÇÃO". O sistema irá reescrever todos os arquivos em conflito e começará a consertar a programação defeituosa. Também a senhora precisa apagar AUTOCRÍTICA.EXE de todos os diretórios e depois esvazie a sua lixeira para certificar-se de que nunca voltem.

Cliente: Consegui! Meu CORAÇÃO está cheio de arquivos realmente puros! Eu tenho no meu monitor, agora, o SORRISO.MPG e está mostrando que PAZ.EXE, AMORVERDADEIRO.COM e CUMPLICIDADE.COM foram instalados automaticamente no MEU CORAÇÃO.

Atendente: Então, terminamos! O AMOR está instalado e funcionando. Senhora, mais uma coisa antes de finalizarmos.

Cliente: Sim?

Atendente: O AMOR é um programa grátis. Faça o possível para distribuir.

Cliente: Excelente! Obrigada pela sua ajuda!

Atendente: A satisfação foi minha, estarei sempre aqui caso necessite. Boa tarde senhora.

>> Texto que rola há um tempo na internet... desconheço o(a) autor(a).

terça-feira, 24 de maio de 2011

Aprendendo o Contentamento













Hoje em dia as pessoas se lançam desesperadamente ao jogo para “tentarem a sorte”, mas o cristão reconhece que é melhor andar devagar e construir a sua vida com o “suor do seu rosto” e com o que Deus lhe dá. Muitos sacrificam o que não têm para jogarem. Milhões de pessoas fazem a sua “fezinha” na Loteria, que enriquecerá uma única pessoa (no máximo algumas) e continuará decepcionando muitas.
Não há nenhuma clara e direta proibição bíblica com relação aos jogos, mas a ética, os valores que a Palavra de Deus nos comunica em seu todo, e a consciência do que é uma boa mordomia devem nos afastar desta prática. O problema de muitos de nós é que nos permitimos ser dominados pela compulsão de termos as coisas. Precisamos de “contentamento” em nossas vidas. Esta é uma virtude na vida do cristão genuíno.

O CONTENTAMENTO SE APRENDE
Ao escrever a sua Epístola aos Filipenses, o Apóstolo Paulo falou sobre a importância do contentamento e revelou que isto é uma virtude que devemos desenvolver. O contentamento não aparece imediatamente ao novo nascimento. É algo que aprendemos:
“Alegro-me grandemente no Senhor, porque finalmente vocês renovaram o seu interesse por mim. De fato, vocês já se interessavam, mas não tinham oportunidade para demonstrá-lo. Não estou dizendo isso porque esteja necessitado, pois aprendi a adaptar-me a toda e qualquer circunstância. Sei o que é passar necessidade e sei o que é ter fartura. Aprendi o segredo de viver contente em toda e qualquer situação, seja bem alimentado, seja com fome, tendo muito, ou passando necessidade. Tudo posso naquele que me fortalece. Apesar disso, vocês fizeram bem em participar de minhas tribulações.”  (Filipenses 4.10-14 – NVI)
Quando examinamos o contexto desta afirmação feita por Paulo, percebemos que ele estava em tribulação, ou seja, com necessidades materiais. Os irmãos intervieram com uma ajuda, uma oferta amorosa para o seu sustento, e ele lhes disse que ela veio ao encontro de suas necessidades do momento, ou, como ele mesmo denomina, da sua pobreza. Contudo, o apóstolo não reclama da sua privação, mas diz que ele aprendeu a viver contente em toda e qualquer situação.
Observe isto: ele aprendeu o contentamento, o que significa que, no início da sua carreira cristã, ele não o possuía. E onde foi que ele aprendeu a praticar esta virtude? Em meio à abundância ou à falta? É claro que foi durante a necessidade, pois são em circunstâncias como essas que Deus trata conosco. Quando chegou a provisão enviada pelos filipenses, Paulo teve a vitória sobre a privação e a necessidade. Ele venceu (as circunstâncias) e aprendeu o contentamento (com o que passou).
Ele aprendeu que a sua alegria em Deus independe do que acontece do lado de fora (nas circunstâncias) e que ela deve estar presente em toda e qualquer situação. Ele aprendeu também que não são as circunstâncias que devem reger os nossos sentimentos, mas sim a confiança no Deus da nossa vitória. Ele foi tratado pelo Senhor a ponto de se desapegar completamente das coisas materiais e viver contente pelo fato de que Deus é maior do que os nossos problemas e intervém neles. Paulo diz ainda que ele tinha experiência em todas as coisas, tanto na fartura e abundância, como na falta e escassez, mas que não importava qual o tipo de situação ele teria que enfrentar, pois ele podia todas as coisas n’Aquele que o fortalecia: Deus!
Vemos claramente que o “poder todas as coisas” não significa “não precisar passar por tribulações”, nem tampouco vencê-las tão imediatamente elas cheguem, mas suportá-las paciente e confiantemente, sabendo que a vitória do Senhor é certa e que ela chegará a tempo.
A única forma de não nos deixarmos envolver pela ganância é permitirmos que a Palavra de Deus prevaleça em nossos corações. O que as Escrituras Sagradas mais ensinam no que tange as coisas materiais é que devemos viver com contentamento. O nosso coração não deve ser aprisionado pela ganância, mas sustentado pelo contentamento!
“Conservem-se livres do amor ao dinheiro e contentem-se com o que vocês têm, porque Deus mesmo disse: Nunca o deixarei, nunca o abandonarei.”  (Hebreus 13.5 – NVI)
O contentamento é o oposto do “amor ao dinheiro” (que outras versões traduziram como “avareza”), o qual, por sua vez, é insaciável. O contentamento não é apenas um conselho, e sim o padrão que Deus ordena aos Seus filhos.
“Não ambicioneis coisas altas, mas acomodai-vos às humildes”.  (Romanos 12.16 – ARC)
Entre os poucos registros que temos nos Evangelhos sobre o teor da pregação de arrependimento de João Batista, vemos que ele aborda o assunto do contentamento:
“E uns soldados o interrogaram também, dizendo: E nós, que faremos? E ele lhes disse: A ninguém trateis mal, nem defraudeis e contentai-vos com o vosso soldo.”  (Lucas 3.14 – ARC)
Contentar-se com o seu salário era a base do caráter que aqueles soldados romanos necessitavam para não errarem em outras áreas. Muitos dos nossos desvios de conduta originam-se na falta de contentamento. Precisamos permitir que Deus reformule os nossos valores. Temos que ter limites em nossos anseios. Quando queremos muito alcançar o que não podemos é porque já entramos no território da ganância.
O contentamento não inunda o nosso coração só porque fizemos uma oração nesse sentido. Ele vem de acordo com um processo de mudança de valores. Este processo é desencadeado quando começamos a dar ouvidos ao que as Sagradas Escrituras dizem sobre o assunto. A única forma pela qual a ganância é tratada é mediante a renovação da nossa mente pela Palavra de Deus. É necessário meditarmos nos trechos bíblicos que tratam do assunto, decorá-los, proferi-los sempre. É preciso orar sobre eles, pois o contentamento é algo que aprendemos, ouvindo a Palavra de Deus e remodelando valores.
O contentamento não está ligado à falta de condições para uma vida digna; não é uma carência contínua, e sim sabermos esperar até que as circunstâncias mudem. O contentamento não significa uma falta de sonhos ou um comodismo, e sim paciência para darmos um passo de cada vez, sempre do tamanho das nossas pernas; significa não ambicionarmos coisas altivas, mas acomodarmo-nos às humildes.
Paulo disse que ele sabia como passar por escassez e também como ter em abundância. Tanto numa circunstância como na outra, precisamos aprender a nos contentarmos. Na falta, ele se contentava. Na abundância, ele também se contentava. O apóstolo dá a entender nestes versículos que ele não era um esbanjador na hora em que ele tinha de sobra, nem um murmurador na hora em que as coisas estavam faltando. Precisamos aprender estes princípios para também aprendermos como lidar com cada circunstância.
Ao dizer que ele podia todas as coisas n’Aquele que o fortalecia, Paulo mostra que ele havia aprendido de Deus o contentamento, e que, na hora do aperto, era o Senhor que o fortalecia, de modo que ele pudesse suportar o que ele estava passando. Na vida deste homem de Deus, a Palavra do Senhor falava mais alto do que a ganância e a abafava completamente. É este exemplo que nós devemos seguir!
A dificuldade que temos de não nos contentarmos não é proveniente do fato de ser impossível vivermos com menos, mas sim porque não queremos viver com menos, especialmente quando vemos outros vivendo com mais. Juntamente com a ganância, sempre encontraremos, caminhando de mãos dadas com ela, a inveja!
Queremos tanto os produtos de última geração pelo mero fato de que todo mundo os está comprando, e não queremos ficar para trás. Há em nossa carne um senso de competitividade e disputa, e estamos sempre procurando estar por cima. A Bíblia fala que o que nos move de maneira gananciosa, em busca da maioria dos nossos alvos, é a inveja:
“Também vi eu que todo trabalho e toda destreza em obras provém da inveja que o homem tem de seu próximo. Também isso é vaidade e desejo vão.”  (Eclesiastes 4.4)
O contentamento provém do quebrantamento interior. É necessário despir-se da ganância e avareza e caminhar em desprendimento. Podemos relacionar o contentamento ao domínio próprio, que é fruto do Espírito. Por outro lado, a inveja é uma obra da carne.

NO QUE CONSISTE A VIDA
Numa certa ocasião, Jesus foi abordado por alguém que Lhe pediu ajuda quanto aos seus bens. Embora a resposta de Jesus possa parecer grosseira, ela revela o aborrecimento que Lhe causamos com a nossa ganância:
“Disse-lhe alguém dentre a multidão: Mestre, dize a meu irmão que reparta comigo a herança. Mas ele respondeu: Homem, quem me constituiu a mim por juiz ou repartidor entre vós? E disse ao povo: Acautelai-vos de toda espécie de cobiça; porque a vida do homem não consiste na abundância de bens que ele possui.”  (Lucas 12.13-15) 
Este homem teve uma chance de falar com Jesus e a desperdiçou! A partir de então, o Mestre começou a ensinar que a busca do que é material jamais levará o homem à realização. Viver para enriquecer é insensatez, pois a vida do homem consiste em ser rico para com Deus.
“Propôs-lhes então uma parábola, dizendo: O campo de um homem rico produzira com abundância; e ele arrazoava consigo, dizendo: Que farei? Pois não tenho onde recolher os meus frutos. Disse então: Farei isto: derribarei os meus celeiros e edificarei outros maiores, e ali recolherei todos os meus cereais e os meus bens; e direi à minha alma: Alma, tens em depósito muitos bens para muitos anos; descansa, come, bebe, regala-te. Mas Deus lhe disse: Insensato, esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será?”  (Lucas 12.16-20)
Depois de declarar aquilo em que não consiste a vida do homem, o Senhor Jesus falou sobre aquilo em que ela realmente consiste:
“Assim é aquele que para si ajunta tesouros e não é rico para com Deus.” (Lucas 12.21)
Ser rico para com Deus! Este deve ser o alvo de cada um de nós. Não podemos permitir que a cobiça e o materialismo roubem isto de nós. Observe outras coisas que as Escrituras dizem a este respeito:
“Porque em tudo fostes enriquecidos nele, em toda palavra e em todo conhecimento… de maneira que nenhum dom vos falta, enquanto aguardais a manifestação de nosso Senhor Jesus Cristo.”  (1 Coríntios 1.5,7) 
Os coríntios foram enriquecidos nas coisas de Deus! Note que não estamos falando contra o fato de sermos materialmente ricos, e sim contra a ganância. Enriquecer materialmente não é errado, desde que o coração não se prenda a isto (Sl 62.10). Contudo, deve haver em nós um anseio de enriquecermos espiritualmente, em Deus. E o anseio por tal riqueza espiritual deve ser maior do que o anseio pelas riquezas terrenas.
Quando o Senhor Jesus falou com as Igrejas da Ásia por meio do Apóstolo João, Ele chamou uma igreja “pobre” de “rica” (Ap 2.9), pois ela era espiritualmente rica, mas Ele chamou uma igreja “rica” de “pobre” (Ap 3.17), pois, nas coisas de Deus, eles eram miseráveis!
A riqueza espiritual tem que vir antes. Se o Senhor permitir que você tenha a riqueza espiritual e ainda a riqueza material, amém. Mas, se você tiver que escolher entre uma e outra, não vacile! Prefira ser rico para com Deus, pois esta é a única e verdadeira riqueza! O Diabo nos impulsiona à ganância, não porque ele queira nos enriquecer materialmente, mas para tentar nos empobrecer espiritualmente, e assim afastar-nos de Deus pela corrupção material. O contentamento é a nossa proteção!

VALORES
Há valores maiores do que os bens e o dinheiro:
“Melhor é o pouco com o temor do Senhor, do que um grande tesouro, e com ele a inquietação. Melhor é um prato de hortaliça onde há amor, do que o boi gordo, e com ele o ódio.” (Provérbios 15.16,17)
Aqui a Bíblia está falando de valores espirituais (como o temor do Senhor) e também de valores emocionais (como o amor, ao invés de ódio). Tudo isto deve vir antes do dinheiro!
Já afirmamos que a Bíblia não é contra a riqueza. Pelo contrário, creio que Deus pode e quer fazer com que prosperemos; contudo, é importante entendermos que há uma ordem a ser seguida. O Apóstolo João declarou a Gaio que ele queria que o seu irmão e amigo fosse próspero e tivesse saúde, assim como a sua alma – com valores interiores – era próspera (3 Jo 2)!
O problema da ganância é que ela tenta apressar as coisas e ainda consome o nosso tempo, energia, alvos, e outras coisas em nossas vidas que deveriam ser do Senhor. A Palavra do Senhor nos mostra que o caminho da espera e paciência é melhor. Viver com contentamento não significa acomodarmo-nos de modo a nunca chegarmos a lugar algum. Não! É esperarmos com paciência no Senhor até alcançarmos os nossos alvos! Tem mais a ver com sabermos esperar do que com não esperarmos nada, como erroneamente ensinam alguns.
Veja o que Deus diz sobre o tempo necessário para a prosperidade como fruto do trabalho:
“A riqueza adquirida às pressas diminuirá; mas quem a ajunta pouco a pouco terá aumento.”  (Provérbios 13.11) 
A ganância lhe diz para você jogar em tudo o que puder dar-lhe dinheiro sem esforço e depressa, mas o conselho de Deus diz que “quem ajunta pouco a pouco enriquecerá”. A ganância também lhe dirá para você não entregar os seus dízimos e também não ofertar; ela tentará mostrar-lhe o “quanto” você poderia fazer com este dinheiro. Mas a Palavra de Deus diz que devemos dar e fazer prova de Deus, pois Ele é a nossa provisão e sustento. Quem confia no Senhor vê a diferença:
“Aquele que confia nas suas riquezas cairá; mas os justos reverdecerão como a folhagem.” (Provérbios 11.28)
Já declarei que a ganância sempre caminha de mãos dadas com a inveja, e agora eu gostaria de mostrar-lhe as consequências da sua decisão de esperar a hora de Deus para você alcançar o que você deseja, ou entregar-se à inveja, porque você vê outros que têm as coisas antes de você:
“O coração tranquilo é a vida da carne; a inveja, porém, é a podridão dos ossos.”  (Provérbios 14.30)
Diga “não” à ganância, e você viverá em paz e com uma realização interior. Mas, se você decidir erroneamente e ceder à ganância, saiba desde já quais são as consequências.
Paulo disse a Timóteo que essa cobiça levou muitos a se desviarem da fé e a se traspassarem a si mesmos com muitas dores (1 Tm 6.10). Deus não é contra o fato de você ter dinheiro, e sim contra a ganância. À medida que você prosperar, mantenha os valores certos em seu íntimo. Foi esta a instrução que o Apóstolo Paulo pediu que o seu discípulo Timóteo transmitisse à igreja:
“Manda aos ricos deste mundo que não sejam altivos, nem ponham a sua esperança na incerteza das riquezas, mas em Deus, que nos concede abundantemente todas as coisas para delas gozarmos; que pratiquem o bem, que se enriqueçam de boas obras, que sejam liberais e generosos, entesourando para si mesmos um bom fundamento para o futuro, para que possam alcançar a verdadeira vida.” (1 Timóteo 6.17-19)
Os problemas ligados ao dinheiro são claramente abordados: o perigo da altivez e o risco de fazermos das riquezas a nossa esperança.
O contentamento, por sua vez, é a forma de não permitirmos que estes erros nos enlacem. E, justamente por ser o oposto da ganância, o contentamento nos leva a semearmos na vida de outras pessoas através da prática da bondade e da generosidade.

(extraído do livro “Honrando ao Senhor Com Nossos Bens")


segunda-feira, 23 de maio de 2011

Usando Saias

Vocês lembram quando ninguém usava saia, muito menos vestido? [Eu particularmente adoro!] Isso mudou, mas vou dar uma mãozinha para quem quer se arriscar no look mulherzinha e tem medo de parecer antiquada, tá? Olha que tem produção modernérrima!

Saia lápis (até com camiseta!)



Saia com botinha




Saia envelope, evasê, godê, plissada bem mulherzinha



Saia com sandália gladiadora ou abotinada



fotos: thesartorialist - streetpeeper - cafemoda - stylesightings - weardrobe - vanessajackman

Consultora de Imagem e Estilo

P.S: O blog da Carmen Martins é um verdadeiro achado de moda, não fiquem perdidas e se liguem no link: Achados de Moda (tudo de divino rs)