"Tenho pensamentos que, se pudesse revelá-los e fazê-los viver, acrescentariam nova luminosidade às estrelas, nova beleza ao mundo e maior amor ao coração dos homens." (Fernando Pessoa)
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Não quero perder a paciência nem com os outros nem comigo mesmo
A partir de hoje, com a ajuda de Deus, não quero perder a paciência facilmente. Farei um esforço enorme para comportar-me dessa maneira. Sei que, por causa de mim mesmo e dos outros, não será fácil. Devido à falta de amor, autocontrole, respeito, tempo, misericórdia e até mesmo educação, tenho cometido a asneira de perder a paciência, tratando mal os outros e prejudicando a minha saúde, o meu humor, a minha consciência e o meu relacionamento com Deus.
De fato, há pessoas com as quais é difícil ter paciência. São pessoas incômodas, insistentes, incorrigíveis, intransigentes, maçantes, aborrecíveis. Lidar com elas pode ser uma tarefa árdua, um sacrifício. Porém, é meu dever como cristão. A falta de paciência custa mais caro do que a paciência em si. Não há como escapar da paciência. O servo do Senhor, diz a Bíblia, não deve andar brigando, mas deve tratar a todos com educação, bondade e paciência (2Tm 2.24). Não há virtude alguma em não perder a paciência com pessoas que não nos induzem à impaciência. Está registrado no mais bem escrito poema de amor que “quem ama é paciente e bondoso” (1Co 13.4, NTLH).
Não posso perder a paciência nem com as pessoas, nem com outras situações. É preciso tê-la diante do infortúnio, do imprevisto, do sofrimento, da doença, das limitações, da terminalidade, do período de espera de algum acontecimento etc. Nesse sentido e nessa área ninguém foi mais paciente do que Jó: o homem que perdeu tudo de uma só vez -- riqueza, filhos, saúde e status (Tg 5.11).
O que deve me encorajar na prática da paciência é a paciência que uma boa parte dos meus familiares e amigos têm comigo. Eles também gastam energia para me tratar com paciência. A paciência é uma bem-aventurada troca entre marido e mulher, entre pais e filhos, entre colegas de trabalho, entre irmãos na fé e entre amigos. Só assim será mantida a paz doméstica, a paz na igreja, a paz no trabalho, a paz na sociedade.
Tomarei, também, todo cuidado para não perder a paciência comigo mesmo. Não vai adiantar eu perder a paciência quando voltar a errar, quando me parecer intragável, quando me sentir hipócrita, quando enxergar todo o meu histórico negativo ou quando tomar conhecimento do meu déficit moral. Eu me perdoarei em Cristo e me darei outra oportunidade. Se eu não me portar assim, posso acabar dando um tiro no ouvido.
Jamais devo me esquecer da paciência de Deus para com os pecadores e para comigo. Ele sempre é “compassivo e misericordioso, muito paciente, rico em amor e em fidelidade” (Sl 86.15). É por isso que eu posso chegar diante dele e fazer a oração do publicano: “Deus, tem misericórdia de mim, que sou pecador” (Lc 18.13). Porém, depois de ser beneficiado pela paciência de Deus, obrigo-me a ser paciente com todos os meus credores, de acordo com a parábola do servo impiedoso (Mt 18.21-35).
Fonte: Ultimato
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Brava gente brasileira!
Bombeiros heróis em luta por dignidade!

O choro emocionado de um bombeiro; o abraço na esposa; o filho de um guarda-vidas que orgulhoso enverga um uniforme igual ao do pai; os bombeiros fazendo uma oração na porta da ALERJ; os bombeiros presos amontoados num campo de futebol com as mãos na cabeça; as condições da prisão tendo que dormir sentados, sem comida e sem que as famílias fossem sequer autorizadas a lhes entregar agasalhos para noite de frio. Acho que essa sequência de imagens ilustra bem o que está acontecendo, o sofrimento que os bombeiros e suas famílias estão enfrentando, mas sem se curvarem ao abuso da força e à arbitrariedade de Cabral. É por isso que a população está do lado deles e demonstrando cada vez mais o seu apoio.
É lamentável, covarde e inaceitável a postura do governador Sérgio Cabral, que desesperado e sem argumentos, tenta conduzir a questão do movimento legítimo dos bombeiros para a esfera política e religiosa.
O Rio de Janeiro, o segundo estado em arrecadação do país, paga o pior salário entre todas as corporações de bombeiros do Brasil, líquido R$ 950. O governador mente dizendo que no final do ano estarão recebendo R$ 2.000, quando sabe que pelo reajuste de 1% ao mês, os bombeiros só vão atingir o piso de R$ 2.000, pasmem no final de 2014. O governador não aceita dialogar com ninguém. O governador assim que o movimento dos bombeiros tomou força no mês passado mandou prender os líderes e transferir todos os que aderiram. E com tudo isso quer fazer as pessoas acreditarem que o movimento é político?
Pior, como alguns dos líderes do movimento são evangélicos e fazem orações durante as manifestações, Cabral num desrespeito total e inconseqüente tenta levar a discussão para o campo religioso, quando uma coisa não tem nada a ver com a outra?
Bem, o que estamos assistindo, com muita dor no coração, é o resultado de uma sucessão de equívocos praticados pro Cabral e seu secretário de Saúde, Sérgio Côrtes. Essa é a verdade. Os bombeiros não são vândalos, não são irresponsáveis, não podem ser tratados como bandidos. Os bombeiros são heróis que lutam por dignidade!
O choro emocionado de um bombeiro; o abraço na esposa; o filho de um guarda-vidas que orgulhoso enverga um uniforme igual ao do pai; os bombeiros fazendo uma oração na porta da ALERJ; os bombeiros presos amontoados num campo de futebol com as mãos na cabeça; as condições da prisão tendo que dormir sentados, sem comida e sem que as famílias fossem sequer autorizadas a lhes entregar agasalhos para noite de frio. Acho que essa sequência de imagens ilustra bem o que está acontecendo, o sofrimento que os bombeiros e suas famílias estão enfrentando, mas sem se curvarem ao abuso da força e à arbitrariedade de Cabral. É por isso que a população está do lado deles e demonstrando cada vez mais o seu apoio.
É lamentável, covarde e inaceitável a postura do governador Sérgio Cabral, que desesperado e sem argumentos, tenta conduzir a questão do movimento legítimo dos bombeiros para a esfera política e religiosa.
O Rio de Janeiro, o segundo estado em arrecadação do país, paga o pior salário entre todas as corporações de bombeiros do Brasil, líquido R$ 950. O governador mente dizendo que no final do ano estarão recebendo R$ 2.000, quando sabe que pelo reajuste de 1% ao mês, os bombeiros só vão atingir o piso de R$ 2.000, pasmem no final de 2014. O governador não aceita dialogar com ninguém. O governador assim que o movimento dos bombeiros tomou força no mês passado mandou prender os líderes e transferir todos os que aderiram. E com tudo isso quer fazer as pessoas acreditarem que o movimento é político?
Pior, como alguns dos líderes do movimento são evangélicos e fazem orações durante as manifestações, Cabral num desrespeito total e inconseqüente tenta levar a discussão para o campo religioso, quando uma coisa não tem nada a ver com a outra?
Bem, o que estamos assistindo, com muita dor no coração, é o resultado de uma sucessão de equívocos praticados pro Cabral e seu secretário de Saúde, Sérgio Côrtes. Essa é a verdade. Os bombeiros não são vândalos, não são irresponsáveis, não podem ser tratados como bandidos. Os bombeiros são heróis que lutam por dignidade!
SUPERE-SE!!
"Quem tem um porquê enfrenta
qualquer como."
Victor Frankl
sábado, 4 de junho de 2011
A Beleza dos Joelhos Dobrados
Deus criou o ser humano ereto, mas ele precisa aprender a se curvar, sobretudo, diante do Criador e diante de seu semelhante. Ele não tem facilidade para fazer isso. Em vez disso, ele é naturalmente resistente a qualquer curvatura. Uma das acusações feitas por Deus a Israel era a de que “os tendões de seu pescoço eram de ferro, a sua testa era de bronze” (Is 48.4; Êx 32.9). Essa criatura incurvável não se dobra, não se ajoelha, não coloca o rosto no mesmo lugar onde estão os seus pés. Ela é dura, teimosa, orgulhosa e obstinada.
O ser humano precisa descobrir a beleza dos joelhos. Eles substituem os pés na prática da oração. Quando dobrados, os joelhos diminuem a altura do que ora e aumenta a altura daquele a quem se ora. É uma reverência aceita por Deus que pode facilitar a oração e a comunhão com ele, desde que o espírito também esteja dobrado.
Pessoas extremamente necessitadas aproximavam-se de Jesus e punham-se de joelhos diante dele para suplicar a graça desejada. É o caso do leproso que pediu ao Senhor: “Se quiseres, podes purificar-me” (Mc 1.40); do pai do garoto epilético que suplicou: “Senhor, tem misericórdia do meu filho [pois] ele tem ataques e está sofrendo muito” (Mt 17.14-15); e também do jovem rico que se ajoelhou em plena rua e perguntou: “Bom Mestre, que farei para herdar a vida eterna?” (Mc 10.17).
Precisamos voltar aos joelhos. Para orar, vários personagens da Bíblia punham-se de joelhos. Na dedicação do templo de Jerusalém, “Salomão ficou em pé na plataforma e depois ajoelhou-se diante de toda a assembleia de Israel, levantou as mãos para o céu e orou” (2Cr 6.13). O escriba Esdras nos conta que “na hora do sacrifício da tarde, eu saí do meu abatimento, com a túnica e o manto rasgados, e caí de joelhos com as mãos estendidas para o Senhor, o meu Deus, e orei” (Ed 9.5). No caso do profeta Daniel, lê-se que a mão de alguém o colocou sobre as suas próprias mãos e joelhos, indicando uma curvatura maior (Dn 10.10). Pouco antes de morrer apedrejado, Estêvão caiu de joelhos e bradou: “Senhor não os considere culpados deste pecado” (At 7.60).
Em Mileto, Paulo mandou chamar os presbíteros da igreja de Éfeso e, depois de os entregar a Deus, “ajoelhou-se com todos eles e orou” (At 20.36). Cena ainda mais bela aconteceu pouco depois, na cidade de Tiro, a caminho de Jerusalém. Os cristãos da cidade, suas esposas e seus filhos acompanharam Paulo até a praia e todos se ajoelharam para orar, antes de o apóstolo embarcar no navio (At 21.5). Na Epístola escrita aos efésios, o mesmo Paulo revela: “Por essa razão, ajoelho-me diante do Pai” e oro para que “ele os fortaleça com poder, por meio do seu Espírito” (Ef 3.14-16).
Passagem curiosa é quando Elias “subiu o alto do Carmelo, dobrou-se até o chão e pôs o rosto entre os joelhos”. Com a cabeça, o peito e o ventre totalmente dobrados em cima dos joelhos, o profeta pediu chuva e ela veio (1Rs 18.42; Tg 5.18).
Na agonia do Getsêmani, Jesus “se afastou [dos discípulos] a uma pequena distância [de mais ou menos trinta metros], ajoelhou-se e começou a orar” (Lc 22.41). Na versão de Mateus, o Senhor “prostrou-se com o rosto em terra e orou” (Mt 26.39).
No que diz respeito à arte da oração e da adoração, os joelhos estão ociosos. Eles foram feitos também para se dobrarem diante do Todo-poderoso. Daí o convite: “Venham! Adoremos prostrados e ajoelhemos diante do Senhor, o nosso Criador” (Sl 95.6). Precisamos aprender a fazer isso para que, na plenitude da salvação, “ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai” (Fp 2.10-11).
REVISTA ULTIMATO
Edição 330
Maio-Junho/2011
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Sofrimento
Talvez o maior questionamento da raça humana envolve a questão do sofrimento e suas causas. Parece que o sofrimento é paradoxal ao caráter de nosso Deus.
Ao tocarmos nesse assunto, somos remetidos ao personagem que mais abordou esta causa e que cremos ter preciosas lições a nos ensinar.
Vemos a história de um homem bem sucedido que tinha tudo e que vivia de maneira íntegra e reta diante de Deus. Oferecia diariamente sacrifícios a Deus e sua integridade era tanta que se tornou assunto de discussão entre o Senhor e Satanás.
O grande dilema de Jó foi a questão do sofrimento. Como Deus poderia ser soberanamente bom, diante do sofrimento de uma pessoa aparentemente inocente?
Fatidicamente creio que Deus nos permite sofrer para provar nosso coração.
Como pano de fundo à nossa comunicação temos que relatar que foi Deus que entregou Jó para ser provado e não o Diabo que atingiu a Jó.
Disse o Senhor a Satanás: Eis que tudo quanto ele tem está em teu poder, somente contra ele não estendas a mão" (Jó 1.10-12).
O grande problema era que Jó conhecia Deus pelo que Ele tinha e não por aquilo que Deus era.
O relacionamento do ser humano com Deus está obscurecido por causa do nosso relacionamento uns com os outros. Nós não podemos amar a Deus pelo que Ele faz por nós, mas sim por aquilo que Ele é. Não podemos amar as pessoas visando o retorno que teremos ou pelo que elas fazem pra nós, mas sim pelo que elas são.
Olhe as palavras do apóstolo dos joelhos de camelo:
"Meus irmãos, tende por motivo de toda alegria o passardes por várias provações, sabendo que a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança. Ora a perseverança deve ter ação completam para que sejais perfeitos e íntegros, em nada deficientes (Tg 1.2-4).
“perfeitos” aqui não denota a absoluta falta de pecado, mas contem a idéia de ser completamente desenvolvido e maduro.
“íntegros” significa completo em todas as suas partes.
Deus nos permite sofrer também para nos mostrar que não é Ele que precisa de nós, somos nós que precisamos Dele, pois Ele é completo.
O grande problema hoje em questão não é o que a sociedade tem, mas exatamente o que nós não temos. Só porque Deus pode fazer as coisas não significa que Ele é devedor das nossas vontades pessoais, repito:
Só porque servimos a um Deus que pode todas as coisas, não significa que Ele deve fazer por nós todas as coisas!
Somos um monte de crianças pirracentas brigando por algumas balas em cima da mesa.
Expressões do tipo Deus tem que fazer está muito errado. Tudo que eu tinha que fazer eu não fiz, como que Ele que fez tudo tem que fazerainda mais?
E por último creio que Deus nos faz sofrer para nos mostrar o verdadeiro valor do Drama da Reaproximação.
O livro de Jó é uma figuração geral da raça humana desde a queda de Adão. O homem caiu e como conseqüência veio às dores, as perdas, o sofrimento, a insatisfação e só havia uma solução: reaproximar o homem a sua posição original.
Tem uma música muito cantada no Brasil que diz: “O melhor de Deus ainda está por vir". Acho que poderíamos avisar para o cantor que o melhor de Deus já veio e morreu em uma cruz por nós e não há nada nesta vida que pode ser melhor do que isso (Jo 3.16, Fp 2.5-9).
Gosto de uma frase que diz:
“Meça sua vida pelas perdas e não pelos ganhos, pois a força do amor se põe em sacrifícios e o que mais sofre mais tem pra dar”.
Quando entendemos isso nos colocamos como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus que é o nosso culto racional “intencional, com entendimento” (Rm 12.1).
Em tempos de egoísmo total lembrarmos do testemunho dos Moravianos que no séc 18, depois de um relógio de oração de 365 dias enviou dois jovens de 20 anos como escravos para a evangelização de uma ilha no leste da África onde mais de 2000 pessoas tinham sido feitas escravas soa quase como uma utopia (descrição imaginativa de uma sociedade ideal).
Quando iremos ouvir orações do tipo:
"Que o cordeiro que foi imolado receba a recompensa do seu sofrimento"
"Se Deus não fizesse mais nada pra nós, só quem o Senhor é já seria suficiente para que nós o adoremos por todos os nossos dias".
"Deus nós te amamos pela revelação de quem o Senhor é e não pelo que o Senhor ainda pode nos dar".
A grande lição da vida de Jó foi ele ser recolocado em uma posição que ele pudesse ver Deus e expressar confiança e satisfação completa NELE.
"Então, respondeu Jó ao SENHOR:Bem sei que tudo podes, e nenhum dos teus planos pode ser frustrado, Quem é aquele, como disseste, que sem conhecimento encobre o conselho? Na verdade, falei do que não entendia; coisas maravilhosas demais para mim, coisas que eu não conhecia. Escuta-me, pois, havias dito, e eu falarei; eu te perguntarei, e tu me ensinarás.
Eu te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos te vêem" (Jó 42.1-5).
É interessante ver que a restituição de Deus na vida dele não foi quando seus bens foram devolvidos, mas sim quando Deus corrigiu o seu coração e ele reconheceu a soberania de Deus.
"Mudou o SENHOR a sorte de Jó, quando este orava pelos seus amigos; e o SENHOR deu-lhe o dobro de tudo o que antes possuíra" (Jó 42.10).
Estou convencido que Deus nos faz sofrer porque Ele é bom e sabe qual é o ALVO maior deste Deus soberano e terrivelmente poderoso? VOCÊ.
Gere novas perspectivas com suas causas e sofrimentos,
Fraternalmente;
David Júnio
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Controle
Para muita gente, o sonho de controlar outras pessoas chega a ser uma verdadeira obsessão. Seja em casa ou na empresa, no trânsito ou na escola, na comunidade religiosa ou na fila do banco. Ninguém gosta de estar por perto de uma pessoa assim. Só o que não percebemos é que pode ser que essa “pessoa” pode eventualmente ser eu ou você! Queremos conquistar o mundo e controlar a humanidade. Mas esquecemos de começar com o controle de nós mesmos.
Por isso, o alerta do homem mais sábio do mundo, o grande Salomão, cai como uma luva. Se você não domina a si mesmo, ainda que consiga dominar os outros (pela imposição, pela força, pelo poder do cargo que ocupa, pela ameaça ou até mesmo pela competência ou carisma), qual é o valor disso?
Olho pela janela. E se eu conseguisse controlar por um instante tudo o que se passa em cada uma dessas casas, fábricas, lojas e estabelecimentos governamentais que meus olhos visualizam? E se pudesse determinar o que cada um desses motoristas que passam com pressa deve fazer?
Ainda assim não seria nada, se antes disso não puder controlar o meu próprio “eu”.
Pensando bem:
"Melhor é o homem paciente do que o guerreiro, mais vale controlar o seu espírito do que conquistar uma cidade." (Salomão)
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