terça-feira, 12 de julho de 2011

Você já viu muitos milagres?


Quer parecer-se com Jesus? Perdoe. Ninguém me feriu tanto quanto eu feri a Jesus. Ninguém me levou à dor da Cruz. Eu o levei... Como posso não perdoar, se Ele me perdoou? Negar o perdão a alguém é dizer que sou melhor que Jesus. Se o Santo de Deus perdoou, pode um pecador como eu negar o perdão a alguém?


Paz!!!

segunda-feira, 11 de julho de 2011

O Lugar Mais Rico do Mundo


O lugar mais rico deste planeta não são os campos de petróleo do Kwait, do Iraque ou da Arábia Saudita. Tampouco, as minas de ouro e de diamantes da África do Sul, as minas de Urânio da União Soviética, nem as minas de prata da África. Embora isso seja surpreendente, os depósitos mais ricos de nosso planeta podem ser encontrados a alguns quarteirões da sua casa. Eles estão no cemitério local. Enterrados embaixo do solo.
Dentro das paredes daqueles túmulos sagrados estão sonhos que nunca se realizaram, canções que nunca foram escritas, pinturas que nunca encheram uma tela, idéias que nunca foram compartilhadas, visões que nunca se tornaram realidade, invenções que nunca foram criadas, planos que nunca passaram da “prancheta” mental e propósitos que nunca foram realizados. Nossos cemitérios estão cheios de um potencial que permaneceu inerte. Não enterre seu talento.


Desejo uma ótima e abençoada semana!!! Paz!!



quinta-feira, 7 de julho de 2011

No tempo Certo


"Para tudo há uma ocasião certa; Há um tempo certo pra cada próposito debaixo do céu." [Eclesiastes 3:1]

O ser humano moderno se acostumou a desrespeitar os ciclos naturais e a usar a inteligencia dada por Deus para recriar uma atmosfera artificial que promova um crescimento acelerado pra tudo.


Com isso muitos cristãos não aceitam mais viver os ciclos de plantação, germinação, fortalecimento e reprodução planejados pelo nosso criador em nossas vidas.


Querem crescer rápido, se expandir logo e conquistar tudo em pouco tempo. Na agricultura o uso de aditivos químicos para o desenvolvimento acelerado e a maturação dos frutos, verduras, legumes e cereais, tira a vitalidade desses alimentos, e consequentemente a função primordial deles em nosso organismo.


Há tempo de nascer e de morrer, de se esforçar e de descansar, de sofrer e de curtir, de falar e de se calar de orar e de testemunhar. Estes ciclos naturais se aplicam à todas as áreas da nossa vida: Fisica, espiritual, escolar, profissional, ministerial entre outras.


Que sejamos todos como a arvore plantada junto ao rio, que no devido tempo dá o seu fruto cheio de força e vitalidade. Se tivermos nossas raízes plantadas na fonte de águas vivas que é JESUS, tudo o que fizermos será bem sucedido.

"Porque será como a árvore plantada junto às águas, que estende as suas raízes para o ribeiro, e não receia quando vem o calor, mas a sua folha fica verde; e no ano de sequidão não se afadiga, nem deixa de dar fruto." [Jeremias 17: 8]


PAZ!!!

quarta-feira, 6 de julho de 2011

O preço de um milagre



Uma garotinha foi para o quarto e pegou um vidro de geléia que estava escondido no armário e derramou todas as moedas no chão. Contou uma por uma, com muito cuidado, três vezes. O total precisava estar exatamente correto. Não havia chance para erros. Colocando as moedas de volta no vidro e tampando-o bem, saiu pela porta dos fundos em direção à farmácia Rexall, cuja placa acima da porta tinha o rosto de um índio. Esperou com paciência o farmacêutico lhe dirigir a palavra, mas ele estava ocupado demais. A garotinha ficou arrastando os pés para chamar atenção, mas nada. Pigarreou, fazendo o som mais enojante possível, mas não adiantou nada. Por fim tirou uma moeda de 25 centavos do frasco e bateu com ela no vidro do balcão. E funcionou!
- O que você quer? - perguntou o farmacêutico irritado. - Estou conversando com o meu irmão de Chicago que não vejo há anos! - explicou ele sem esperar uma resposta.
- Bem, eu queria falar com o senhor sobre o meu irmão - respondeu Tess no mesmo tom irritado. - Ele está muito, muito doente mesmo, e eu quero comprar um milagre.
- Desculpe, não entendi. - disse o farmacêutico.
- O nome dele é Andrew. Tem um caroço muito ruim crescendo dentro da cabeça dele e o meu pai diz que ele precisa de um milagre. Então eu queria saber quanto custa um milagre.
- Garotinha, aqui nós não vendemos milagres. Sinto muito, mas não posso ajudá-la. - explicou o farmacêutico num tom mais compreensivo.
- Eu tenho dinheiro. Se não for suficiente vou buscar o resto. O senhor só precisa me dizer quanto custa.
O irmão do farmacêutico, um senhor bem aparentado, abaixou-se um pouco para perguntar à menininha de que tipo de milagre o irmão dela precisava.
- Não sei. Só sei que ele está muito doente e a minha mãe disse que ele precisa de uma operação, mas o meu pai não tem condições de pagar, então eu queria usar o meu dinheiro.
- Quanto você tem? - perguntou o senhor da cidade grande.
- Um dólar e onze centavos - respondeu a garotinha bem baixinho. - E não tenho mais nada. Mas posso arranjar mais se for preciso.
- Mas que coincidência! - disse o homem sorrindo. - Um dólar e onze centavos! O preço exato de um milagre para irmãozinhos!
Pegando o dinheiro com uma das mãos e segurando com a outra a mão da menininha, ele disse:
- Mostre-me onde você mora, porque quero ver o seu irmão e conhecer os seus pais. Vamos ver se tenho o tipo de milagre que você precisa..
Aquele senhor elegante era o Dr. Carlton Armstrong, um neurocirurgião. A cirurgia foi feita sem ônus para a família, e depois de pouco tempo Andrew teve alta e voltou para casa. Os pais estavam conversando alegremente sobre todos os acontecimentos que os levaram àquele ponto, quando a mãe disse em voz baixa:
- Aquela operação foi um milagre. Quanto será que custaria?
A garotinha sorriu, pois sabia exatamente o preço: um dólar e onze centavos! - Mais a fé de uma criancinha.
Em nossas vidas, nunca sabemos quantos milagres precisaremos. Um milagre não é o adiamento de uma lei natural, mas a operação de uma lei superior. Sei que você vai passar esta bola pra frente!
Lá vai ela. Jogue de volta para alguém que significa algo para você! Uma bola é um círculo, sem início, sem fim. Ela nos mantém unidos como nosso Círculo de Amigos. Mas o tesouro interior que você verá é o tesouro da amizade que você me concedeu.
Hoje eu passo a bola da amizade para você. Passe ela para alguém que seja um amigo seu.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Promessa de Livramento!


Nossa visão do mundo ainda é bem limitada, não temos a capacidade de perceber os objetivos de Deus permitindo-nos os momentos de dor e sofrimento. Mas Deus tem sempre objetivos nobres e uma proposta de felicidade a nos aguardar, após cada dificuldade superada. Se você hoje está a observar um quadro desolador, lembre-se que existem outras tantas janelas com paisagens repletas de promessas de melhores dias. Não se permita contemplar a janela da dor o sofrimento que hoje nos parece eterno, não resiste à força das horas que a tudo modifica. A luz sempre vence as trevas, basta que tenhamos disposição íntima e coragem de voltar-nos para ela. Agindo assim, o gosto amargo do sofrimento logo cede lugar ao sabor agradável de viver, e saber que Deus nos ampara em todos os momentos da nossa vida.


Paz!!

sábado, 2 de julho de 2011

Os Espinhos que nos tornam iguais


Eu vi coisas extraordinárias, as quais nem podia descrever. E para que eu não me orgulhasse, convivia com um espinho na carne. Orei a Deus pedindo que o retirasse, mas Ele me respondeu que sua graça me basta, que seu poder se aperfeiçoa em minha fraqueza, pois no que sou fraco é que sou forte.


Paulo, o Apóstolo.


Este é um dos testemunhos mais humanos do Paulo, o Grande Apóstolo. Ele diz que foi arrebatado e viu coisas que nenhum ser humano viu, difíceis de descrever, proibidas para se contar. É uma experiência que provavelmente faria qualquer um se sentir especial, destacado dos demais, maior que todos, não somente por causa de seu próprio coração, mas também por causa da projeção do olhar dos outros.


Por isso, Deus lhe permitiu conviver com uma situação de limitação, restrição, vulnerabilidade, impotência. Não sabemos exatamente o que era, mas sabemos que era algo que o impedia de se orgulhar por causa daquilo que lhe engrandecia. O espinho é nossa impotência afirmando que precisamos nos manter como simples seres humanos diante daquilo que tenta nos engrandecer na vida.


Um bom exemplo é do médico que acompanha seu próprio filho num leito de UTI, consciente de que mesmo tendo podido salvar tantas vidas, diante da de seu filho, nada pode fazer a não ser confiar em que outros lhe socorram.
É isso que um espinho diz, não importa o que nos destaca, somos todos iguais em nossas fragilidades.


© 2011 Alexandre Robles

sexta-feira, 1 de julho de 2011

A FÉ E O AMOR NOS SALVAM DAS ILUSÕES MENTAIS


*Quando li esse texto no site do Caio Fábio não acreditei pensei comigo: Meu Deus!! Ele foi escrito pra mim, Como este texto tocou-me profundamente ao ponto de não conseguir conter minhas lágrimas, pra quem não sabe minha mãe é portadora de esquizofrenia, a doença veio manifestar-se quando ela tinha aproximadamente 42 anos de lá para cá travamos uma batalha pelo seu bem-estar foram várias internações, o grau dela é bem diferente do personagem de Russell Crowe no filme "Uma Mente brilhante" (que aliás sempre foi um dos meus filmes preferidos emociono-me muito quando o vejo) Graças à Deus ela não tem visões e nem fala sozinha,os sintomas dela são bem amenos mais nem por isso menos grave, só quem tem um familiar ou alguém próximo sabe o desafio que é vencer o estigma e o preconceito que essa doença provoca, mas dou Graças à Deus em Cristo Jesus que tem sido fiel, consolador e provedor de todas as coisas na vida da minha mãe. Esse texto é um verdadeiro balsamo e uma prova do amor de Deus pra quem convive com situação semelhante. Afinal concordo com o Caio fábio todos nós a temos só que em graus diferentes!! Segue este magnífico texto na íntegra! Paz!




No filme “Uma Mente Brilhante” (“A Beatiful Mind”) sobre a vida do Matemático Americano John Forbes Nash, Russell Crowe interpreta o papel de um homem acometido por esquizofrenia, e que apenas sobreviveu em condições mínimas de trabalho e produtividade em razão de ter confiado no amor de sua mulher Alcia Nash.


Entretanto, o que me leva a evocar a memória do filme (2001) é o fato simples e poderoso que ele apresenta: a mente precisa de aferidores externos a fim de encontrar sua saúde e equilíbrio.


John Nash, brilhante, superdotado, venturoso em tudo o que fazia, subitamente começou a entrar num mundo paralelo tão real quanto tudo o mais que ele chamasse de real, com a diferença de que somente ele via o que via, e, portanto, tratava-se de algo subjetivo e não real para o resto do mundo.


Sua salvação não da esquizofrenia, mas sim da “loucura”, só foi possível porque ele admitiu a esquizofrenia, entregando suas decisões sobre o que era ou não real entre as coisas que via, ao julgamento de sua esposa.


Assim, confiando no juízo e no discernimento da esposa, e, sobretudo no seu amor por ele, foi que Nesh conseguiu viver com a esquizofrenia sem enlouquecer.


De vez em quando ele tinha de perguntar à sua mulher se as pessoas que estavam diante dele eram reais ou apenas subjetivas em sua percepção, e, assim, conseguiu, mediante a fé no amor de sua mulher, encontrar o termo de aferimento de sua própria realidade.


Esquizofrênicos de um grau ou outro, todos nós somos. Pode-se até não ver coisas ou ouvir vozes, porém, o elemento de falsificação do real habita as mentes de todos nós.


Sim! Nossas mentes são desconfiadas e cheias de impressões falsificadas.


Pensamos coisas sobre os outros que não são reais e interpretamos a vida com critérios de uma subjetividade que raramente casa com os fatos reais da existência.


É assim que o tímido é visto como arrogante silencioso, o falante é percebido como metido, o quieto é olhado como fraco, o prestativo enxergado como interesseiro, o recluso como anti-social, o triste como infeliz, o belo como bom, o feio como mal e o simples como tolo.


De fato quem se entrega à sua própria “disposição mental”, diz Paulo, acaba enlouquecendo dentro do padrão social aceitável da loucura, mas nem por isto fica livre de ver, ouvir, pensar e interpretar de modo equivocado a vida e o próximo.


Para Paulo, entretanto, o aferimento da realidade deveria ser feito de modo existencial pela Palavra.


Isto porque sem a Rocha da Realidade que é a Palavra Revelada, todos nós de um modo ou outro vivemos em “viagens”.


O outro está louco e viajante em suas percepções sobre nós; e nos vê, ouve e julga por tais subjetividades; e, assim, provoca em nós uma outra falsificação: a do modo como o outro no vê; e a cuja percepção equivocada nós determinamos enfrentar, fazendo com que nossa própria mente caia imediatamente em outro terreno de subjetividade que afetará daí em diante a nossa própria percepção do outro e de nós mesmos, pondo-nos numa vereda de ilusão.


Quando Jesus mandou que não julgássemos Ele estava dizendo que o juízo equivocado (como quase sempre é em parte ou no todo) passa a ser o critério de nossa mente. Por isso é que com a medida com a qual medimos somos também medidos.


Todos os dias vejo como tais estados se tornam padrões inquestionáveis e fixos. E como a maioria não tem uma Alicia Nesh a fim de confiar e encontrar o termo da realidade, as pessoas vão engessando o padrão da interpretação enganada como realidade.


A salvação de John Nash esteve e está no fato de ele confiar no amor de sua mulher por ele, e, assim, conferir com ela o que era ou não real.


Ora, no que tange a Palavra como referenciadora do que seja ou não real conforme Deus para nós, seu poder de cura e equilíbrio para a mente vem da fé, assim como aconteceu com Nesh.


Sim! Se eu não me disponho a crer no amor de Deus por mim, e se não me ponho na estrada da fé que confia em Seu amor revelado em Cristo, conforme o Evangelho, e se não me entrego a tal realidade pela fé, fazendo aquietarem-se as minhas próprias impressões e juízos — sem dúvida eu e você ficamos loucos ou com a mente falsificada em suas apreensões da realidade.


Portanto, hoje, verifique quais são suas certezas sobre a vida e as pessoas, e veja se elas conferem com o que a Palavra diz.


É a fé na Palavra aquilo que pode me salvar de minhas próprias construções e miragens.


No entanto, ter gente de bom senso e de confiança, e que nos ame, sempre sendo consultados sobre nossas próprias impressões, é algo vital para a saúde de nossas mentes.


Fé e amor continuam a ser os únicos elementos capazes de preservar a integridade de nossas mentes num mundo de falsificações e de construções alucinadas.


Pense nisso!


Caio Fábio