quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Você tem amigos ou coniventes?


Basta verificar no dicionário a definição de conivente para você saber quem está rodeando você: “que ou quem, sabendo de algo negativo a ser praticado por outrem, não faz nada para impedi-lo, embora pudesse fazê-lo; complacente, condescendente, transigente, que ou quem é cúmplice; que ou quem se conluiou.” (Houaiss).


O amigo não o incentiva ao erro, antes o previne e tenta ajudar você a não errar. O amigo nunca o ajudará acobertar ou esconder o que é ilícito, antes o animará a confessar e o ajudará a dar a volta por cima. O amigo jamais mentiria para ajudar você a sair de uma “saia justa”, antes o auxiliaria a dizer toda a verdade. O amigo não faria “vistas grossas” como se não estivesse vendo você praticar o mal, antes tentaria de tudo para demover você de tal intento.


Muitas vezes achamos que somos amigos, mas na verdade, somos coniventes. Muitas vezes achamos que temos amigos, mas só temos coniventes ao nosso redor. O amigo é verdadeiro e franco, enquanto o conivente tende a ser bajulador. Enquanto o amigo padece ao ver-nos sofrer uma queda, o conivente facilita para que caiamos.


Procurar ser amigo e nunca conivente e atentar para ter amigos e jamais coniventes, é uma excelente forma de construirmos uma sociedade mais honesta e menos enferma.


Lembremos, sobretudo, do amigo que é mais chegado que um irmão (Prov.18.24).


Paz!!!

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